Exponho minhas cicatrizes, meus sentimentos, pensamentos.
O resto será devorado pelos vermes com sede e eles me sugarão a vida. ou... o que sobrar dela.
A alma, rogo que vá para junto de Deus. Que suba leve, liberta das mágoas e decepções, pondo fim à solidão e as tristezas da existência humana.
E escrevo isso porque espero esse dia.
De quem com a faca na mão, se deleita da dor alheia, como se fosse indiferente à própria dor.
“Mas seria amor? (…) Não seria a reação histérica de um homem que, compreendendo em seu foro íntimo sua inaptidão para o amor, começa a representar para si próprio a comédia do amor?”
“A insustentável leveza do ser” - Milan Kundera
Um comentário:
incrível este teu desabafo! creio que muitos compartilham dele. escrever é dar a cara a tapa, tenho isto assinalado no alto de meu blog. é assim que vamos levando, expondo nossas feridas. talvez porque, creio, a escrita ajude a fechar essas feridas, mesmo que expostas, não?
beijo!
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