Um amor que ultrapassa barreiras do imaginário, da internet, da vida.
E como é triste abrir mão de um futuro. Eu abri.
Vieram me falar que sou corajosa, forte.
Mas não posso negar que já chorei muito ao pensar naqueles momentos, escrever aquelas palavras, ler as respostas.
Eu me pergunto, até onde aquilo foi verdadeiro, foi real, foi imaginário? Não sei…
Um vazio ficou aqui dentro do quarto, fico um pouco desconfiada ao ouvir palavras de amor e carinho. Até que ponto aquilo é verdade? Tudo parece meio sem… um sentido.
Mas dizem que a dor e a alegria andam juntas, e creio ser sábio quem constatou.
Em seguida, participei de uma reunião com amigos! Risos, gargalhadas, cantoria. Bate papo, outros pensamentos, outras realidades, outros sonhos.
Só hoje de manhã vim saber, que a minha tristeza era compartilhada, mas por outro alguém. Se eu abri mão de um amor mas que estava dividido, também fui cruel e não permiti que outro alguém tomasse uma decisão também.
Um defeito meu, eu sempre tomo as decisões. Não as banais do tipo sabor de pizza (exceto quando ninguém tenha pedido calabresa!), filme no cinema, mas para as coisas da vida como amizade, amor, telefone, sorrisos, abraços, beijos e carinhos.
Quero decidir tudo e deixar as coisas milimetricamente acertadas.
Mas o que queria falar, é sobre algo q me tocou profundamente.
Essa música foi oferecida a mim.
E pensei nela o dia inteiro.
Ignorando a fronteira do real e do imaginário.
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