Hoje acordei com uma sensação boa, no meio de um sonho. Estranho, uns podem dizer, porque normalmente acorda-se no meio de um pesadelo. Mas eu não, eu acordo em meio a sonhos bons. Como se meu cérebro quisesse que eu lembrasse do que sonhava ou me punisse para que eu deixe de sonhar coisas boas, assim como para outros evita o pior acordando-os de pesadelos.
O meu não, acorda-me na hora boa, para evitar que até nos sonhos eu seja plenamente feliz.
Deixemos de delongas e vamos ao sonho. Eu adoro sonhar, vocês não?
Estava eu num shopping que conheço e uma senhora discutia comigo qual a estação de metrô mais próxima, confundia-me com nomes de bairros e localizações. Mas fazia sentido, no sonho. Em seguida eu comprava um relógio (que era o plano para o meu dia, quando acordasse) e uma pessoa por quem eu tenho muito carinho vinha e me abraçava. E saíamos rindo, falando do relógio e indo embora do shopping.
E então, já não era ele, era outra pessoa que conheço e admiro, e sua mãe. Ele tem mãe na vida real? Nunca perguntei. Ele precisava ir na casa de um amigo e disse que me acompanharia até o metrô. E fomos, nós três.
E quando me dei conta, já tínhamos passado do metrô, pego outro caminho e estávamos muito distantes. E nessa hora ele me convenceu a ir para casa depois. Mas eu estava sem tomar café e tinha fome, e ele me convenceu mesmo assim. E fomos caminhando com esse destino.
Então já não éramos apenas nós, haviam mais pessoas que conheço. Havia uma grande ladeira para descer e no fim dela, uma rua arborizada onde um grupo de pessoas cantava. E a música, falava de Deus. Sim, Deus nos encontrou no meio do caminho e olhei para o lado e estava um amigo fora do contexto do grupo, que conhecia a música, que é meu amigo de Igreja. Batemos palmas no ritmo da música e cantamos juntos, com aquele olhar e aquela mensagem subtendida de “lembra?”.
Como todo sonho tem comerciais, chegamos a uma estação/feira/shopping. Sentei-me num sofá pois já estava exausta. Uma amiga sentou-se ao lado para dizer que nossa outra amiga em comum havia ficado para trás com alguém. Íamos embora, e no caminho para a plataforma encontrei pessoa da Igreja novamente, agora almoçando. Ofereceram-me frutas.
Então acordei com uma sensação boa. De que gosto de muita gente que não tenho mais tanto contato, mas ainda moram todos no meu coração. Inclusive Deus, de Quem estava esperando respostas.
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